quarta-feira, abril 10, 2013

Que Saia Justa Essa Tal Felicidade...




Que saia justa esse jeito pós-moderno de ser feliz, não acham?

Sabemos das prioridades, mas não encontramos tempo para ordená-la e cumprí-las;

Conhecemos todas as grandes ideias para preservar o planeta,  mas só as admiramos no marketing corporativo, e, em casa, ignoramos que somos parte do que destruímos;

Temos informação suficiente para fazer de nós pessoas geniais, mas usamos simplesmente para conquistar posições  sociais;

Conhecemos as questões da alma, mas suas respostas nos forçariam a abandonar coisas que, embora  sem valor, ganharam nosso coração...

Descobrimos que a família é importante e decisiva na formação de nosso caráter e emoções, mas  aceitamos qualquer versão desconstruída em nome de uma liberdade mais contestadora e agressiva que exatamente feliz.

E então? Quem é feliz aí levanta a mão!

terça-feira, abril 02, 2013

Insights Poéticos



Ah! Essas gentes  que expressam tão precisa e resumidamente aquilo que  está preso em na garganta das minhas emoções, onde gritam as minhas inquietações... Queria muito ser essas pessoas... “Insights" poéticos como este de Saramago...
Eu queria, muitas e muitas vezes, ter me relacionado com coisas e pessoas com esta premissa e, mais que isto, com a inteireza e beleza da prática desta verdade teórica. Queria, ainda mais, que algumas pessoas também tivessem se relacionado comigo na mesma proporção...
É a projeção do livre arbítrio nas relações humanas. E é lindo.

sexta-feira, março 29, 2013

A Páscoa que deveria ser de Todos Nós!



Os cristão se perderam onde deveriam se encontrar, e o Cristianismo se esvaiu.
O que era pra ser uma novidade de vida, tornou-se uma ideologia manipulada pelo poder, virou flanela e ferramenta da vaidade humana, e, aos poucos, os decepcionados abandonaram sua causa, em busca de um novo sentido, e os mal intencionados abusaram do conhecimento da letra a seu favor, ou a favor de sua mente luciférica.
Com isso, as religiões tomaram o forte do conceito, e o que veio para ser único, multiplicou-se em versões de si mesmo, conforme os interesses e entendimentos humanos. O ópio do povo!
Cada vez que ouço relatos de fé das pessoas, e as percebo nomeando sentimentos e experiências com rótulos religiosos, restringindo sua crença ou se gloriando em supostos  privilégios do seu grupo religioso,  me envergonho. Não é lamentável que tenhamos que explicar tanto  e se posicionar tão radical e restritamente sobre aquilo que deveria ser o que nos identifica espiritualmente, o único conceito que nos torna semelhantes?
Não é de hoje que filósofos, pensadores e líderes comunitários que deveriam ser preceptores do aguçar da nossa sede de conhecimento para genuína e indiscriminadamente nos aproximar do divino, preferem levantar bandeiras individuais para arrebatar seguidores e engrossar a população que lhe massageia e infla o ego.
E assim, nos tornamos religiosos, e deixamos de ser simplesmente filhos de Deus ou cristãos.
Pensar que a Páscoa, quer na história, quer  em sua analogia teológica, poderia ser celebrada universalmente, com data e significados únicos, e que  as diversidades louváveis da vida não estariam relacionadas à fé, mas talvez à cultura, ao gosto, ao estilo, até mesmo às interpretações, mas não ao sentido, mas não à semelhança!

Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens.
Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.
E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;
Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,
O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica
(2 Coríntios 3:2-6)

A Páscoa de todos nós deveria ser o amor de Jesus escrito pelo Espírito que habita em nossos corações para ser lido e compreendido por todos!

terça-feira, outubro 09, 2012

Filosofando



É... Difícil admitir, mas eu falo demais!,,,

Ah! Mas os filósofos também não controlavam sua precipitação, seus inconformismos, não poupavam sua imagem de discussões ou julgamentos.

Os filósofos (de qualquer tempo) nada mais foram senão teóricos da vida, baseados em suas experiências e contemplações pessoais, e no universo "socio-psico-emocional" no qual estavam inseridos nas diferentes  fases - suas e do mundo.

Ora, dentro desta premissa, todos somos filósofos! Todos os que pensamos a vida e a quem é inevitável uma angústia natural diante das circunstâncias desconhecidas da arte de sobreviver...


Envelhecer é diferente de apodrecer

Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem? (Confúcio) Eu, com certeza, seria velha, em qualquer momento. Devo ter na...